Wallpapers para quem ainda usa

Todo sábado é a mesma coisa: eu esqueço trabalho, estudos e foco em fazer nada.

Às vezes desenho. Daí inventei de criar uns padrões, que a priori não servem para nada além de me deixar mais relaxada depois da semana frenética entre planilhas, textos e gráficos.

Caso alguém goste, pode ficar. Para fazer download basta clicar nos links:

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Nuvens Coloridas da Iza – Fundo para WhatsAppWallpaper

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Saias Pikituchas – Fundo para WhatsApp Wallpaper

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Pregador de Roupas, Fotos ou Embalagens abertas – Fundo para WhatsAppWallpaper

OBS1: Nas imagens para download não vem meu nome. Só botei aqui nas imagens de apresentação mesmo.

OBS2: Se gostar, avisa aí nos comentários. Blog tem dessas coisas, né? A gente fica feliz. 🙂

Projetos Paralelos

A nossa relação com o trabalho é cada vez mais surreal. Sobretudo para quem trabalha com algo ligado à comunicação, tecnologia e afins. Surreal porquê tem essa coisa de juntar tudo num pacote e se sentir trabalhador-delivery 24h. Eu, hein… Trabalho é importante, até porquê a gente passa a maior parte do dia nele. Mas a vida está para além disto.

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Eis que gente surge com o tal dos projetos paralelos. Muitas vezes para fugir da rotina e muitas vezes para desenvolver alguma habilidade ou gosto por algo que não foi nosso foco de vida. Até poderiam ser o projetos principais da vida, mas nem sempre é possível. Porquê no fim do mês todo mundo precisa mesmo é pagar suas faturas. E projeto paralelo nem sempre dá pra pagar faturinhas.

Tem gente que fala mal. Tem gente que fala bem. Eu os defendo com unhas e dentes.

1) faça atividades que te dão prazer.

Sou a favor da ideia do faça aquilo que você gosta. Mas sou totalmente contra àquela ideia de “amo meu trabalho e por isso trabalho 24h”. Cara, isso tá muito errado. Lazer é lazer e trabalho é trabalho. Nojinho daquele orgulho de “fiquei até mais tarde na agência fazendo uns jobs”.

Projeto paralelo não é para quem está frustrado no trabalho. Permita-se desenvolver alguma habilidade, praticar alguma atividade, fazer algo que no fim das contas pode até ser que vire o trabalho oficial da sua vida.  Mas acho mais legal o foco ser somente no prazer em fazer.

2) Deixou de ser projeto paralelo, caça outro.

Tem gente que consegue transformar os projetos paralelos em projetos principais da vida. Eu acho MASSA. Mas daí eu super recomendo buscar outro projeto paralelo. Porquê esses projetos  chamados paralelos te fazem respirar mentalmente. Daí que você não fica condicionado a ninguém que não seja você mesmo.

3) liberdade

Adoro comunicação, trabalho em um lugar dos sonhos e ainda assim tenho projetos paralelos. E muitos deles estão na mesma área. Até acontece de ter uma colaboração mútua. Projetos paralelos que dão vários insights para projetos oficiais, mas não se misturam.

Acho importante desenvolver atividades com toda nossa liberdade possível, sem ter que dar retorno a alguém que não seja a gente mesmo. Então sou super a favor dos projetinhos em que o chefe é a gente mesmo.

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E isso vale pra coisas do tipo: fazer ballet e aprender o plié ou mesmo estudar o funcionamento de uma câmera e fotografar ou aprender outra coisa qualquer.

4) Problema não é tempo, nem dinheiro. pega essa lista.

Sempre dá pra fazer alguma coisa, gente. Fiz uma lista de coisas que você pode fazer (algumas em São Luis e outras de qualquer lugar do planeta com acesso à internet):

– Ballet no Odylo. Segundas e Quartas ou Terças e Quintas, horários entre 17h e 20h. Custa R$ 50,00 na turma da ter/qui. Eu faço, recomendo para todo mundo, é recreativo, o objetivo não é sair bailarina do Bolshoi.

– Blog de culinária para você se inspirar e fazer pratos deliciosos e sem frescura, recomendo este, este e este.

– Blog que ensina a desenhar, tem este, este e este.

– Blog que ensina técnicas de fotografia. Recomendo o Dicas de Fotografia para começar. Tem também o curso no Odylo, no Reviver, mas não sei valores e horários.

Maratuque Upaon Açu. Vai lá e aprende a tocar um instrumento, faça novos amigos. Tudo no pacote e free!

–  Rapel com o povo do Corpo de Bombeiros ali num prédio que tem no retorno da Cohama. Vai lá, faz uma vez com os amigos e se diverte. Custava uns R$ 15,00.

– Aprenda a andar de skate, investe em um e fala com o povo da pista de skate na Lagoa da Jansens. A galera do skate é muito companheira, todo mundo te ensina uns truques free e o povo é bem receptivo.

– Aprender a surfar. Até a última vez que eu fui numa escola na Litorânea custava R$ 25,00 para uma aula de uma hora. Testa, veja se gosta e depois fecha um pacote mais amigável.

Faça o que quiser.

Desista do que quiser.

Quem manda na nossa vontade é a gente. Ninguém tem que julgar coisa nenhuma. Bons projetinhos. 🙂

OBS: esse é meu segundo texto cagando regra pro leitor. Desculpa, gente. rs… Talvez eu melhore.

Três aplicativos para começar a ser um viciado em organização

Tenho três grandes aptidões:

1) perder meus documentos uma vez por ano. (devo estar na 5ª via da tal segunda via do RG.)

2) dizer “próximo mês vou anotar tudo direitinho pra saber pra onde meu dinheiro tá indo” mentiras que a gente adora contar pra si o tempo todo!

3) criar to-dos pessoais que nunca fecho e que obviamente ficam abertas pra sempre. E é também no sempre que minha incompreensão sobre elas permanece.  Veja bem, veja muito bem:

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Eu não lembro o que era pra fazer na metade delas. Não faço a menor ideia daqueles números. Não sei que xls no doc psd é esse. Nem quem é essa cebola poder. O crack com Yuri eu lembro, era apenas um serial de um programa. Lembrando: este blog é contra drogas e pirataria.

USANDO APLICATIVOS

Todo mundo encontra mil listas por aí de aplicativos bons para organização pessoal e blá, blá, blá… Pois é, mas eu gosto dessa coisa de recomendação de amigos porquê tudo parece ter mais credibilidade. Dependendo do gosto desse amigo, claro. E se você chegou até aqui é porquê é meu amigo em alguma instância e tudo indica que gosta de alguma coisa que eu digo, sei lá…

Minhas três recomendações são para iniciar uma vida adulta e responsável com os aplicativos. Mas tudo com calma, aos pouquinhos. Espero que ajudem alguém.

#um Mobills

Melhor aplicativo financeiro da vida de uma pessoa. Sério. No começo é difícil ser rigoroso com os cadastros de despesas e receitas, mas depois você acostuma e vê que é bem mais fácil do que ficar fazendo contas mentirosas na sua cabeça.

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Aquelas mentiras assim: “posso comprar esse sorvete aqui com esse dinheiro do meu bolso porquê ainda tenho 10 reais na poupança do banco”. Quando é uma grande mentira, pois se você pensar direitinho vai lembrar que só tem 5 reais.

Destaco três coisas muito boas no Mobills:

1) você acompanha o app no celular e no desktop de uma forma bem fluida, com usabilidade muito boa e muito, muito, muito prático pra anotar rapidamente enquanto fica na fila do supermercado;

2) você cadastra suas despesas e receitas e as vincula com contas nomeadas conforme sua vida financeira (corrente, poupança e carteira, por exemplo) e seus cartões de crédito (hipercard e visa, por exemplo);

3) você acompanha em gráficos as categorias das coisas que mais está gastando no mês, ele te dá uns alertas de quase dizendo “não se iluda, vc não tem mais dinheiro”, daí você fica logo ligado nas suas contas pra pagar no mês seguinte. E para de gastar com aquele sorvete de 7 reais que somando todo dia faz um estraguinho nas finanças.

Eu uso a versão premium dele. Custa 60 reais por ano. É MUITO barato. Sai uns 5 reais por mês pra eu ter um controle muito melhor do meu dinheiro. Perfeito. Testa lá por 15 dias e vê se você gosta.

#dois Google Keep

Eu uso para anotações rápidas e aleatórias, tais como nome de filmes que descubro em conversas, preço de eletrônicos que vejo em lojas, ideias soltas daqueles momentos em que a gente fica sozinho no meio de um monte de gente sem saber pra onde olhar e normalmente esperando ninguém chegar, mas fingindo (sei lá porquê) que estamos esperando alguém.

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Vantagens:

1) Já fica integrado com a conta Google. Dá pra acessar as notas no celular e no Desktop. Funciona offline tranquilamente.

2) Dá pra fazer to-dos, notinhas, gravações de audio, anexar fotos. É bem prático.

3) É free. É Google. Daí você já sabe que é amor.

OBS 1: Para anotações mais longas, eu recomendo o Evernote. Uso muito para organizar meus documentos ainda não perdidos. Dá pra tirar fotos dos documentos e deixar tudo guardado em cadernos. Dá pra salvar pdfs que você viu na web, textos, links, partes de matérias na web. Ele até consegue pegar texto de imagens. 🙂

OBS 2: Aplicativos para tasks, eu já usei uns 20 (um, dois, três, quatro…) e recomento muito um outro macete. Depois faço um post só sobre isso.

#três Pocket

Eu sou super desorganizada com links. Tenho favoritos no meu Safari, no meu Chrome, no meu PC da agência, em tarefas no Google, em email enviados de mim para mim mesma com o assunto “link legal ler depois” e por aí vai.

pocket

Eu tenho usado o Pocket e tento ser bem rigorosa. Tenho tido sucesso já algum tempo. Ele é free e as vantagens são:

1) Você consegue cadastrar tags relacionadas ao link. Super mais fácil encontrar depois. Inclusive na versão Premium que custa uns R$ 100,00 por ano eles salvam uma cópia da página que você guardou. Ótimo para ter acessos aos conteúdos que já saíram do ar.

2) Você pode cadastrar suas listas de links, tipo categorias dos links. Isso é ótimo para organização coleção de conteúdo para algum objetivo específico. Tipo Links do Trabalho, Culinária, Costura, Comunicação…

3) Ele tem compatibilidade com Deos e o mundo. Tem pra iOS, android, Chrome, galáxias e tudo mais. E então os links ficam definitivamente reunidos em um lugar de fácil acesso. Esqueça essa história de favoritos no navegador. Sério!

Pois pronto. Super recomendo começar com esses três para adaptação. Depois dá pra evoluir para mais apps. O importante é criar esse vínculo com o smartphone e ser  rigoroso com o ato de registrar os dados, links… 🙂

Matando as tarefas de 2011

Perguntaram o que houve com o MIl Linhas, meu blog velho. Eu disse que matei. Daí que no mesmo dia, umas pessoas vieram na falecida página dele no Facebook perguntar se eu tinha aviamentos para vender. Juravam que era uma página de algum armarinho. ¯\(°_o)/¯

Poi sim. Esse aqui ainda é o Mil Linhas, só que com meu nome na URL. Tem até uma ilustração ali em cima com um caderninho escrito Mil Linhas pra fazer a conexão com blog velho, em que eu escreva tudo no caderno, no Evernote, no Keep, no iA Writer, menos no blog velho.

Agora está definido que só vou comprar novamente meu domínio quando eu conseguir manter uma constância na escrita por aqui. Aliás, essa é uma das minhas metas de fim de ano. Veja bem, essa é uma meta de 2011 que estou tentando matar em 2015.

Coisas/pessoas/projetos velhos. Todo mundo tem que lidar.

Quem viu o MIl Linhas sabe quão lindo ele era (coisa de mãe orgulhosa). Eu passei cerca de uns 14 meses desenhando, programando, enchendo o saco do namorado da época. E o blog viveu uns 3 anos com um post publicado por mês, e olhe lá. E eu constantemente querendo refazer layout, vai ver era só uma desculpa interna pra mexer nos softwares Adobe.

Eu sempre digo: design é conteúdo. Mas definitivamente que tipo blog se acha interessante só pelo layout, minha gente? Chega. Definitivamente abandonei essa ideia de layout perfeito. Tou aqui afogando minha vergonha de não ter escrito mais em 2014 (mesmo que sejam esses textos que a gente faz só pra si, mas insistimos em compartilhar com o mundo). E claro, tentando também matar a tarefinha de 2011 pra me sentir realizada na virada pra 2016.

Inclusive não sei quais suas tarefas de 2015, mas se eu fosse você começava um blog agora também. Se quiser help com o layout, eu tenho várias diquinhas. rs Se quiser é só entrar lá no meu perfil do Bliive pra gente trocar uns timemoneys. 🙂

Funções na gestão de relacionamento nas mídias sociais

{começo do mimimi}

Cadê o povo de RP na área de mídias sociais, minha gente? Já fiz umas três seleções e acho que nem 10% dos participantes que eu avaliei eram RPs. Eu sei que faculdade de Relações Públicas tem em menor quantidade que faculdade de Publicidade, por exemplo. Mas poxa vida, RPs venham para as mídias sociais.

{fim do mimimi}

Precisamos de Relações Públicas nas mídias sociais das organizações. Digo isto porquê RP normalmente tem um filtro mais apurado para relacionamento do que para publicizar produtos e serviços. Mas obviamente pode ser qualquer profissional de comunicação que tenha esta habilidade de relacionamento.

As mídias sociais são utilizadas para muitos objetivos: ser visto, lembrado e aceito. Mas sem dúvida a base de tudo é o tom conversacional. Essa conversa pode acontecer momentaneamente por peças publicitárias contextualizadas com o universo dos públicos, como o caso de postagens alinhadas com fins de novela, episódios em megaeventos, acontecimentos em séries, filmes, casos de grande repercussão em cidades, países.

Mas a conversa também acontece (e muito) quando as pessoas usam produtos ou serviços e entram em contato para reclamar ou elogiar alguma coisa ou citam a marca nas suas redes sociais.

Parece simples, mas não é. O tom da conversa define a personalidade da marca.  E análise dessas conversas define o rumo da estratégia de comunicação.

Tudo bem, nem sempre se tem estratégia e muito menos bom senso.

Resposta do Restaurante Cheiro Verde para uma pessoa que comentou negativamente sobre o restaurante.

Resposta do Restaurante Cheiro Verde para uma pessoa que comentou negativamente sobre o restaurante.

De todo modo, algumas funções são essenciais quando relações públicas assumem gestão de comunicação das organizações nas mídias sociais:

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4 funções de relações públicas na gestão da comunicação (planejamento de relações públicas na comunicação integrada, margarida kunsch)

Função Administrativa: Engloba toda a organização. Articula-se com outros setores para mais interação. Fica mais fácil atingir os objetivos de negócio da empresa em ambientes cooperados. Então 1) avaliamos os interesses do público (reclamações e elogios), 2) identificamos os regulamentos, postura e procedimentos da organização e 3) estabelecemos um programa de ação para satisfação de ambos os lados.

Função Estratégica:  Estabelecer confiança. É preciso também visar resultados e atingir objetivos da marca. Vale a pena buscar visão, missão, valores da marca, slogans… Isto ajuda muito na hora de saber o tom da conversa da marca nas mídias sociais. Com os objetivos claros, fica mais fácil por exemplo estabelecer vocabulário da marca.

Função Mediadora: Dialogar. Nas mídias sociais apenas informar, informar e informar não funciona. A reciprocidade é fundamental. Se você está conversando, você tem que ouvir e principalmente, responder. Nas mídias sociais a mídia pode ser bastante segmentada e assim tem-se um público mais qualificado. O próprio ambiente favorece o diálogo com suas caixinhas de comentários e espaços para replys. As críticas são ainda mais intensas e visíveis para a comunidade. Para mediar esses relacionamentos é preciso mergulhar nos objetivos da marca.

Função Política: Essência da marca. É preciso entender como funcionam as relações de poder na organização e mais ainda, a que se propõe a marca. Desalinhamento de Discurso Y e Prática Z não vai ser resolvido por uma gestão de mídias sociais divertida e bacaninha. Você pode até ter bons resultados, mas a essência da marca tá super furada. O poder micro (aquele que ocorre no interior das organizações) e o poder macro (aquele que vem da sociedade em geral) são duas instâncias que estão muitas vezes em conflito. O trabalho nas mídias sociais precisa gerenciar esse conflito de interesses públicos e organizacionais. Veja bem, não é resolver. É gerenciar, analisar e ponderar as melhores ações.

Essa sistematização pode ser encontrada originalmente no livro da Margarida Kunsch Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. Lá ela não faz diretamente a associação com as mídias sociais. Mas vale bastante a pena ler pra entender um pouco mais sobre planejamento. 🙂

Sai dessa dessa caixinha

Já vi muitas sobrancelhas levantarem no rosto das pessoas quando falo que sou relações públicas. É que várias pessoas que não estudaram comigo, acham que sou designer ou jornalista por formação. Pois é, sou relações públicas.

Sempre tive muito interesse por design, jornalismo visual, publicações (blogs, jornais e revistas). Daí que em 2008 saí da Assessoria de Comunicação da Receita Federal em São Luís e fui trabalhar na Karuana Consultoria de Ideias. Foi lá que todo meu conhecimento sobre design foi hiper ampliado. Trabalhei com planejamento de projetos e também com Naming, uma das etapas de um projeto de Branding. Meu olhar ficou ainda mais apurado por conta do trabalho em si, mas sobretudo dos inúmeros amigos que fiz e que se tornaram referências.

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Veio a crise: acho que deveria ser designer. mas eu adoro RP. acho que deveria ser jornalista. mas eu adoro RP. acho que deveria ser publicitária para trabalhar com mídias sociais. mas eu adoro RP. Meldeos, quem eu sou?

Acho que todo mundo já passou por isso em algum momento da vida, né? Para as maiorias das pessoas pode parecer que isso é indefinição. Eu posso dizer que é ótimo isto de ser indefinida.

Fazer faculdade de relações públicas, design ou jornalismo te dá conhecimento sobre as áreas e você aprende uma lista de tarefas relacionadas às atividades a serem desenvolvidas na profissão. Mas assim… Faculdade não é curso técnico pra você sair de lá com uma lista de coisas que sabe fazer. É também um pouco disto, mas é mais: é desenvolver olhares.

Daí que em paralelo é importante desenvolver habilidades (editar vídeo, fotografar, fazer planilhas de planejamento, de análise) para sua vida. E naturalmente (às vezes forçado mesmo) essas habilidade adquiridas vão se juntando com as necessidades na vida profissional ao longo do tempo.

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Então não é uma indefinição de não saber o que quer. É só que a gente não liga pra clichês: quem sabe escrever é jornalista; quem faz evento é relações públicas (WTF?); quem sabe usar photoshop é publicitário ou designer.

Hoje me sinto segura para me assumir como relações públicas focada em conexões de marcas com públicos em ambientes digitais. O curso de relações públicas me ajudou a olhar de maneira crítica para o relacionamento de marcas e públicos. Então tudo que faço tem esse filtro. Normalmente quem forma em relações públicas o tem.

E nem é tão simples. Porquê a gente ainda pode especializar mais: analista de dados? redação? planejamento?

caixinha

Acho que entender quem somos é importante sim. Mas conceituar demais e demonstrar de menos mais complica do que facilita descobrir aquilo que podemos ser.

Porquê daí você vai se fechando numa caixinha de definições e perde oportunidades para descobrir o seu “eu” para além daquilo que te dizem para ser.

Pois essa é minha história e como penso ser relações públicas multifuncional. Pode ser que daqui a 2 anos eu pense diferente. Quem sabe?

Enfim, esse texto parece texto de auto-ajuda. E eu nem gosto de texto de auto-ajuda. E cá estou eu fazendo texto assim. A vida é isto, a gente se envergonhando o tempo todo. ¯\(ツ)